Nessa quarta-feira, 5, ás 19 horas, inicia a V Conferência do Fórum da Amazônia Oriental (Faor). O evento acontece na Universidade Federal do Tocantins (UFT), campus de Palmas, e encerrará no sábado, 8. A conferência é um espaço político de fortalecimento institucional e de definição de novas estratégias políticas, para a construção de políticas públicas sustentáveis para a região; é também um momento de renovação das suas estruturas orgânicas de gestão política.
O Faor conta com mais de 300 organizações distribuídas em quatro Estados da Amazônia Oriental (Amapá, Maranhão, Pará e Tocantins). Um fórum com a atuação na construção de novos rumos do desenvolvimento da Amazônia: um desenvolvimento sustentável, democrático, participativo e com garantia dos direitos humanos econômicos, sociais, culturais e ambientais.
A V Conferência do FAOR é um espaço político de fortalecimento institucional e de definição de novas estratégias políticas, para a construção de políticas públicas sustentáveis para a região; é também um espaço de renovação das suas estruturas orgânicas de gestão política.
O fórum é composto de seis grupos de trabalhos: Água, Terra, Meio Ambiente e Desenvolvimento; Políticas Urbanas; Políticas para a Juventude; Economia Solidária; Gênero, Raça e Etnia; e GLBT. A V Conferência norteará os seus debates e formação a partir dos seguintes eixos principais: 1. Diversidade e Territorialidade na Amazônia; 2. Justiça Sócio-Ambiental na Amazônia; 3. Desenvolvimento e Direitos Humanos.
Matéria (04/12/2007 - Tocantins)
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terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Grito dos/das Excluídos/das prepara manifestações em todo o País para o dia 7 de setembro
Neste ano de 2008, o Grito dos/das Excluídos/as sai às ruas para questionar o modelo econômico que privilegia os grandes negócios em detrimento do pequeno e médio empreendimento e das iniciativas comunitárias. Tanto no campo como na cidade. Questiona as ações que não colocam o ser humano em primeiro lugar e destroem a biodiversidade. Protesta também contra as políticas compensatórias que substituem a implantação de políticas sociais públicas, e grita em favor da preservação das conquistas trabalhistas históricas.
O 14.º Grito dos Excluídos luta pela VIDA EM PRIMEIRO LUGAR, COM DIREITOS E PARTICIPAÇÃO POPULAR. Por isso, propõe a defesa da economia solidária, a distribuição de renda, a pesquisa sobre fontes energéticas alternativas, a implantação de políticas públicas básicas, como saúde, educação de qualidade, emprego, transporte, moradia e todos os direitos elementares dos trabalhadores e trabalhadoras.
O Grito dos/das Excluídos/as protesta veementemente contra as chacinas e a 'limpeza' urbana, contra a repressão policial e a falta de liberdade para os moradores de rua nas grandes cidades. Grita pelo direito dos cidadãos circularem livremente nos centros urbanos. O Grito não aceita e condena a perseguição contra os Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, tratados como criminosos, especialmente no Rio Grande do Sul.
Em tempos de eleições, o Grito reivindica mais participação popular em cada um dos quase 5.600 municípios que vão renovar o seu comando local.
Por isso, o Grito dos/das Excluídos/as defende: A Vida em Primeiro lutar, Direitos e Participação Popular. É um alerta pelos sinais de morte e a celebração das ações sociais que colocam a vida em primeiro lugar.
O 14.º Grito dos Excluídos luta pela VIDA EM PRIMEIRO LUGAR, COM DIREITOS E PARTICIPAÇÃO POPULAR. Por isso, propõe a defesa da economia solidária, a distribuição de renda, a pesquisa sobre fontes energéticas alternativas, a implantação de políticas públicas básicas, como saúde, educação de qualidade, emprego, transporte, moradia e todos os direitos elementares dos trabalhadores e trabalhadoras.
O Grito dos/das Excluídos/as protesta veementemente contra as chacinas e a 'limpeza' urbana, contra a repressão policial e a falta de liberdade para os moradores de rua nas grandes cidades. Grita pelo direito dos cidadãos circularem livremente nos centros urbanos. O Grito não aceita e condena a perseguição contra os Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, tratados como criminosos, especialmente no Rio Grande do Sul.
Em tempos de eleições, o Grito reivindica mais participação popular em cada um dos quase 5.600 municípios que vão renovar o seu comando local.
Por isso, o Grito dos/das Excluídos/as defende: A Vida em Primeiro lutar, Direitos e Participação Popular. É um alerta pelos sinais de morte e a celebração das ações sociais que colocam a vida em primeiro lugar.
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sábado, 31 de janeiro de 2009
Ação do FSM no Tocantins será na aldeia Apinajé São José
O Fórum Estadual de Lutas por Terra, Trabalho e Cidadania fará ato do Fórum Social Mundial (FSM) na aldeia São José, da etnia Apinajé, em Tocantinópolis.
O Fórum Estadual de Lutas por Terra, Trabalho e Cidadania fará ato do Fórum Social Mundial (FSM) na aldeia São José, da etnia Apinajé, em Tocantinópolis. O evento será nesse sábado, 26, é marca as mobilizações do FSM 2008 que este ano tem um caráter descentralizado, e terão mais de 600 eventos sendo realizados em 72 países.
A visita do fórum é uma manifestação de solidariedade e apoio político aos Apinajé em relação aos conflitos na região. Eles farão entrevistas com os indígenas, visitarão as duas aldeias abandonadas devido a opressão e o terror que os indígenas passaram. Ainda, as entidades e movimentos populares discutirão estratégias políticas para solucionar a questão.
Em dezembro de 2007, houve um conflito entre os indígenas e funcionários da prefeitura de Cachoeirinha. Os funcionários teriam invadido a aldeia armados, encapuzados e atirando. O intuito da ação foi recuperar um trator apreendido, pelos indígenas da aldeia Cocalinha, localizada em Cachoeirinha, em reivindicação a uma construção de uma ponte entre a aldeia e a cidade.
Segundo o relatório da Polícia Militar, os Apinajé estavam se preparando para uma partida de futebol quando os homens chegaram atirando para o alto, enquanto um deles, Roni Cordeiro funcionou o trator e fugiu. Revoltados, a comunidade voltou-se contra os quatro homens, que estavam no gol, golpeando-os com pauladas e ainda destruíram o veículo e levaram as armas usadas pelas vítimas.A aldeia Cocalinho teve as casas incendiadas no dia 24 de dezembro.
Participarão da atividade o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), a Comissão Pastoral da Terra (CPT), o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Centro de Direitos Humanos de Palmas (CDHP), Organização Indigenista do Tocantins (OIT), a ONG Alternativas para a Pequena Agricultura no Tocantins (Apato) e o Instituto de Direitos Humanos e Meio Ambiente.
Matéria (25/01/2008 - Tocantins)
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quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
CDH comemora os 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos
O Centro de Direitos Humanos de Palmas - TO (CDHP) realizará no dia 10 de dezembro, às 14 horas, no auditório do Tribunal de Justiça do Tocantins um evento em comemoração aos 60 (sessenta anos) da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Serão tratados os temas: Pelo Direito Humano à Memória e à Verdade no Brasil (que trata da ditadura militar), Contra Informe (Relatório Sociedade Civil para ONU) e contextualização histórica dos Direitos Humanos com foco para os 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Divilgação à imprensa: 10/12/2008 - Tocantins
Serão tratados os temas: Pelo Direito Humano à Memória e à Verdade no Brasil (que trata da ditadura militar), Contra Informe (Relatório Sociedade Civil para ONU) e contextualização histórica dos Direitos Humanos com foco para os 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Divilgação à imprensa: 10/12/2008 - Tocantins
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Anulação do Leilão da Vale é tema de seminário na UFT
Seminário sobre o Plebiscito de Anulação do Leilão da Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) está ocorrendo desde a manhã de hoje no auditório do Bloco A do Campus de Palmas da Universidade Federal do Tocantins. A programação é a mesma nos três horários, às 9h, 15h e 20h. No evento um documentário que conta o processo de privatização da Vale é exibido e em seguida há palestra e debate com Cirineu da Rocha, coordenador estadual no Tocantins do Movimento dos Atingidos por Barragem (MAB).
Iniciativa de organizações populares em todo o Brasil, o Plebiscito não tem uma caráter oficial. Seu objetivo é dar maior visibilidade ao debate de anulação do Leilão em que a CVRD foi privatizada, denunciando as irregularidades ocorridas na venda da segunda maior empresa de mineração do mundo.
Privatizada em 1997, durante o governo Fernando Henrique Cardoso, a CVDR tinha seu valor estimado em mais de 40 bilhões de reais. A empresa, no entanto, foi vendida por 3,3 bilhões, número inferior até ao lucro do ano seguinte, 10 bilhões de reais. O vínculo entre quem fez a avaliação do valor de venda da CVDR e dos compradores da empresa ocorreu também no processo de privatização. O Bradesco, por exemplo, participou do consórcio de avaliação e hoje é o maior acionista privado da Vale.
Com essas e demais irregularidades, no ano de 2005, o Tribunal Regional Federal, em Brasília, reconheceu a ilegalidade na venda da Vale do Rio Doce. O que torna possível a anulação do leilão. São réus no caso da Vale o ex-presidente Fernando Henrique, a União e o BNDS, dentre outros 15 citados.
Em todo o Brasil, o Plebiscito Popular pela Anulação do Leilão da CVRD acontece desde o dia 1° e continuará até 9 de setembro. No Tocantins, em cidades como Araguaina, Augustinópolis, Gurupi, Miracema, Cristalândia e Palmas urnas foram colocadas em escolas, universidades, feiras e bancos. Em Palmas os visitantes da Feira do Bosque puderam votar a favor ou contra a anulação do Leilão da Vale.
Locais de votação em Palmas
Feira da 307 norte, Colégio Castro Alves, Colégio Luiz Gonzaga, sede do MNLM, Escola Tom Jobim, Papelaria Moderna, Faculdade Católica, UFT, Colégio São José, Feira do Bosque, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil nas avenida JK e Teotônio Segurado, Galeria Bela Palma, Colégio Estadual de Palmas e Frederico Pedreira.
Locais de Votação em Porto Nacional
Feira Livre de Porto Nacional dia 02/09, das 7 às 11horas. No Festival "CINE AR LIVRE" DAS 19 às 23Hrs. Na escola Familia Agricola-EFA, CEM Florencio Aires, Escola Estadual de Pinheirópolis. UFT, IESPN, Assentamento do Prata, Assentamento Santo Antonio, Feira do Cabaçaco dia 08/09 e na Praça do Centenário durante o desfile de 7 de setembro.
Entidades na organização do Plebiscito no Tocantins
Movimento Nacional de Luta pela Moradia (MNLM), a Central Única dos Trabalhadores (CUT), Casa 8 de março, MST, Movimento dos Atingidos por Barragem (MAB), Coopter, Roda de Fiar, Comissão Pastoral da terra (CPT), Centro de Direitos Humanos de Cristalândia, Rede de Educação Cidadã, APA-TO, Pastoral da Juventude Rural (PJR), Centro de Direitos Humanos de Palmas (CDHP), Sesduft, Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu, Fetaet.
Matéria (05/09/2007 - Tocantins)
Iniciativa de organizações populares em todo o Brasil, o Plebiscito não tem uma caráter oficial. Seu objetivo é dar maior visibilidade ao debate de anulação do Leilão em que a CVRD foi privatizada, denunciando as irregularidades ocorridas na venda da segunda maior empresa de mineração do mundo.
Privatizada em 1997, durante o governo Fernando Henrique Cardoso, a CVDR tinha seu valor estimado em mais de 40 bilhões de reais. A empresa, no entanto, foi vendida por 3,3 bilhões, número inferior até ao lucro do ano seguinte, 10 bilhões de reais. O vínculo entre quem fez a avaliação do valor de venda da CVDR e dos compradores da empresa ocorreu também no processo de privatização. O Bradesco, por exemplo, participou do consórcio de avaliação e hoje é o maior acionista privado da Vale.
Com essas e demais irregularidades, no ano de 2005, o Tribunal Regional Federal, em Brasília, reconheceu a ilegalidade na venda da Vale do Rio Doce. O que torna possível a anulação do leilão. São réus no caso da Vale o ex-presidente Fernando Henrique, a União e o BNDS, dentre outros 15 citados.
Em todo o Brasil, o Plebiscito Popular pela Anulação do Leilão da CVRD acontece desde o dia 1° e continuará até 9 de setembro. No Tocantins, em cidades como Araguaina, Augustinópolis, Gurupi, Miracema, Cristalândia e Palmas urnas foram colocadas em escolas, universidades, feiras e bancos. Em Palmas os visitantes da Feira do Bosque puderam votar a favor ou contra a anulação do Leilão da Vale.
Locais de votação em Palmas
Feira da 307 norte, Colégio Castro Alves, Colégio Luiz Gonzaga, sede do MNLM, Escola Tom Jobim, Papelaria Moderna, Faculdade Católica, UFT, Colégio São José, Feira do Bosque, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil nas avenida JK e Teotônio Segurado, Galeria Bela Palma, Colégio Estadual de Palmas e Frederico Pedreira.
Locais de Votação em Porto Nacional
Feira Livre de Porto Nacional dia 02/09, das 7 às 11horas. No Festival "CINE AR LIVRE" DAS 19 às 23Hrs. Na escola Familia Agricola-EFA, CEM Florencio Aires, Escola Estadual de Pinheirópolis. UFT, IESPN, Assentamento do Prata, Assentamento Santo Antonio, Feira do Cabaçaco dia 08/09 e na Praça do Centenário durante o desfile de 7 de setembro.
Entidades na organização do Plebiscito no Tocantins
Movimento Nacional de Luta pela Moradia (MNLM), a Central Única dos Trabalhadores (CUT), Casa 8 de março, MST, Movimento dos Atingidos por Barragem (MAB), Coopter, Roda de Fiar, Comissão Pastoral da terra (CPT), Centro de Direitos Humanos de Cristalândia, Rede de Educação Cidadã, APA-TO, Pastoral da Juventude Rural (PJR), Centro de Direitos Humanos de Palmas (CDHP), Sesduft, Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu, Fetaet.
Matéria (05/09/2007 - Tocantins)
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